terça-feira, 20 de outubro de 2009

Principais famílias de micros

Os microprocomputadores, também usualmente conhecidos por PC’s (“Personal Computers”) ou computadores pessoais, surgiram a partir do momento em que a tecnologia de miniaturização VLSI (“Very Large Scale Integration”) tornou possível o fabrico de CPU’s. ou micrprocessadores, memórias e outros componentes, em unidades de muito pequenas dimensões – chips.

Os microprocessadores que estiveram na base dos primeiros computadores pessoais com sucesso no mercado foram o Intel 8086 e Intel 8088 (surgidos no final da década de 70). Um destes processadores foi incorporado no primeiro computador pessoal da IBM, surgindo em 1981, com o nome IBM PC. Como sistema operativo, a IBM adoptou, para o seu PC, o MS-DOS (“Microsoft Disk Operating System”). Este computador pessoal rapidamente se constituiu num standard ou modelo, imitado por um número crescente de empresas.

Os PC’s feitos segundo o modelo IBM PC, apesar da diversidade dos seus fabricantes, mantêm entre si uma compatibilidade total, isto porque são concebidos para correrem o mesmo software de sistema. Assim surgiu a família de computadores pessoais conhecidos vulgarmente por IBM PC compatíveis.

Em 1982, a IBM lançava mais um novo modelo de PC, baseado num processador mais evoluído, o Intel 80286, que ficou conhecido por PC AT (AT, de “Advanced Technologie”). Em 1985, a Intel lançou o 386, e, em 1989, o 486. Assim se constituiu a linha de microprocessadores x86 (em que x designa, genericamente, o número da “geração” destes microprocessadores: 2, 3, 4, etc.). Tal como surgiram fabricantes de imitações (ou “clones”) do IBM PC, também surgiram fabricantes de “clones” dos microprocessadores Intel x86, embora, neste caso, em menor número. Assim, para além da Intel, temos também na linha x86, marcas como a Cyrix (entretanto extinta) ou a AMD (“Advanced Micro Devices”).

Um outro microprocessador que deu origem a outros micros ou computadores pessoais no mercado foi o processador Motorola. A principal família de computadores pessoais baseados nestes processadores foi a Apple Macintosh.

Enquanto que os IBM PC compatíveis são fabricados por uma diversidade de empresas, os computadores Apple Macintosh são de fabrico exclusivo da respectiva empresa.

Os principais factores de êxito dos computadores Macintosh foram o bom design e arquitectura do seu hardware e a introdução de um sistema operativo com um interface gráfico bastante amigável do utilizador, intuitivo e fácil de manusear, baseado em janelas, ícones e rato. O estilo de software utilizado pela linha Apple Macintosh passou a ser conhecido pelo acrónimo WIMP (“Windows, Icons and Mouse Programs”) e tornou-se também uma característica dos PC’s, nomeadamente, com o conhecido ambiente de trabalho Windows e respectivas aplicações.

11 comentários:

  1. Definir um computador como sendo IBM PC compatível, era uma forma abreviada de especificar (particularmente no período 1981-1997), um computador genericamente similar ao IBM PC original e seus derivados diretos, o PC XT e o PC AT. Tais computadores também costumavam ser chamados de clones de PC, visto que duplicavam quase que exatamente as principais características do design interno do PC, XT ou AT. A expressão "IBM compatível" tornou-se obsoleta, visto que a IBM não fabrica mais computadores pessoais[1]. Pragmaticamente, a definição operacional de "compatível" agora é "capaz de executar a versão atual do Microsoft Windows", enquanto que o termo PC suplantou por larga margem a expressão IBM compatível para definir os computadores desta linha de descendência.

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  2. Macintosh, ou Mac, é o nome dos computadores pessoais fabricados e comercializados pela Apple Inc. desde janeiro de 1984. O nome deriva de McIntosh, um tipo de maçã apreciado por Jef Raskin. O Apple Macintosh foi o primeiro computador pessoal a popularizar a interface gráfica (GUI), na época um desenvolvimento revolucionário. Ele é muito utilizado para o tratamento de vídeo, imagem e som.

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  3. São duas as principais famílias
    De microcomputadores:
    – Os compatíveis com o IBM PC:
    • Processadores fabricados pela
    Intel, AMD, Cyrix.
    • Principais processadores:
    8086B8088 B80286B80386
    B80386SXB80486B
    80486SXB80486DX2B
    80486DX4BPentium BPentium
    MMXBPentium-ProBPentium II
    BPentium IIIBPentium IV
    – Os não compatíveis:
    • Machintosh: processadores
    Fabricados pela Motorola

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  4. Definir um computador como sendo IBM PC compatível, era uma forma abreviada de especificar (particularmente no período 1981-1997), um computador genericamente similar ao IBM PC original e seus derivados diretos, o PC XT e o PC AT. Tais computadores também costumavam ser chamados de clones de PC, visto que duplicavam quase que exatamente as principais características do design interno do PC, XT ou AT. A expressão "IBM compatível" tornou-se obsoleta, visto que a IBM não fabrica mais computadores pessoais[1]. Pragmaticamente, a definição operacional de "compatível" agora é "capaz de executar a versão atual do Microsoft Windows", enquanto que o termo PC suplantou por larga margem a expressão IBM compatível para definir os computadores desta linha de descendência.

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  5. Macintosh, ou Mac, é o nome dos computadores pessoais fabricados e comercializados pela Apple Inc. desde janeiro de 1984. O nome deriva de McIntosh, um tipo de maçã apreciado por Jef Raskin. O Apple Macintosh foi o primeiro computador pessoal a popularizar a interface gráfica (GUI), na época um desenvolvimento revolucionário. Ele é muito utilizado para o tratamento de vídeo, imagem e som.


    Apple Macintosh 512 KB
    Os primeiros modelos foram construídos em torno dos microprocessadores da família 68000 da Motorola. Com o surgimento de arquiteturas mais poderosas, a partir de 1994 foi empregada a família de processadores PowerPC da IBM e Motorola. Em 2006, uma nova transição ocorreu, com a adoção de processadores Intel, da família Core.
    Em setembro de 2006, três diferentes processadores são utilizados nos diferentes modelos de Macintosh à venda:
    • Core Solo: processador menos poderoso, usado em modelos mais simples de Mac Mini
    • Core 2 Duo: processador voltado para uso em notebooks de alta performance, usado em Mac Mini, MacBook, MacBook Pro e iMac
    • Xeon 5100: processador voltado para uso em servidores, usado na workstation Mac Pro e nos servidores Xserve

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  6. A Apple Inc. é uma empresa multinacional norte-americana que atua no ramo de aparelhos eletrônicos e informática famosa principalmente pela fabricação do computador de marca registrada, Macintosh, com seu próprio sistema operacional, Mac OS, entre outros produtos. Fundada por Steve Wozniak e Steve Jobs com o nome de Apple Computers, em 1976, na Califórnia. Com vendas anuais (no ano fiscal de 2006) em torno dos US$ 19,3 bilhões,[2] e sediada em Cupertino, na Califórnia, a Apple desenvolve, vende e oferece suporte a uma série de computadores pessoais, reprodutores de mídia portáteis, software e hardware. Entre os produtos mais conhecidos da empresa estão a linha de computadores Mac, seu sistema operacional Mac OS X e a linha iPod de reprodutores de mídia portáteis. Para o iPod e seu programa, o iTunes, a Apple vende audiobooks, filmes, jogos, música, programas televisivos e videoclipes na sua iTunes Store, recentemente entrou no ramo de celulares com a criação do Iphone.

    A empresa era conhecida por Apple Computer, Inc. pelos seus primeiros 30 anos de existência, mas retirou a palavra "Computer" de sua razão social em 9 de janeiro de 2007.[3] A mudança de nome, que seguiu a introdução do smartphone iPhone e do sistema de vídeo digital Apple TV, é uma representante da contínua expansão da empresa em outros mercados além do seu foco tradicional em computadores.[4]

    A Apple também opera mais de 180 pontos de venda nos Estados Unidos, Japão, Reino Unido, Canadá e Itália.[5] As lojas vendem a maioria dos produtos da empresa, assim como muitos produtos de terceiros e oferece suporte e consertos no local para seu hardware e software. A empresa emprega mais de 20000 pessoas mundo afora, entre cargos permanentes e temporários.[6]

    Por uma variedade de razões, desde sua filosofia de design às suas raízes indie, assim como suas campanhas publicitárias, a Apple construiu uma reputação distinta na indústria de informática e eletrônicos e cultivou uma base de consumidores que é devotada de modo incomum à empresa e à sua marca.[7]

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  7. O esquema básico da arquitetura de microcomputadores não tem mudado muito, desde seus primórdios quando era vendido como kit de montagem. As mudanças consistiram muito mais em aumento de sua velocidade de processamento (clock, frequência, MHz) e da capacidade de memória (MBytes) - o primeiro IBM PC de 1981 tinha 640 KBytes de memória e velocidade 4,77 MHz, em 1999 os modelos PC típicos têm 64 MBytes e chegam a 500 MHz, ou seja, desempenho 100 vezes maior nos dois casos. Mas se compararmos a arquitetura de ambos veremos uma "aumentação", não uma revolução (o termo "aumentação" descreve melhor as terríveis gambiarras feitas para manter a compatibilidade com a antiga arquitetura).


    1-1 esboço da arquitetura de um microcomputador
    A figura 1-1 apresenta um esboço, bem superficial e para primeira abordagem, da arquitetura de um microcomputador. Basicamente temos um estágio "cérebro" do sistema - o microprocessador - controlando periféricos . Os dados são armazenados na memória principal semicondutora (composta por CIs), onde o microprocessador e periféricos podem gravar (escrita) ou ler (leitura); alguns periféricos, como o HD e o disquete, também funcionam como memória. Circuitos especiais denominados interfaces adaptam os sinais entre os estágios, em especial entre o microprocessador e os outros estágios; estas interfaces são padronizadas por instituições públicas e privadas, e os periféricos a serem instalados devem ser compatíveis com elas.
    Alguns conectores de expansão são deixados vagos para que o usuário instale ali os periféricos que preferir. Entretanto o conector segue o padrão de alguma interface e o periférico a ser instalado deve ser compatível com ela. Periféricos indispensáveis ao sistema - como teclado (keyboard), mouse, modem - têm tratamento especial pelo microprocessador, inclusive instruções mais curtas e rápidas, e interagem com ele através de portas IO, que podem ser serial/COM ou paralela/LPT.
    O monitor de vídeo, para desempenho adequado, precisa receber grande número de dados a velocidade muito alta. Para tanto ele é ligado ao microprocessador através de uma interface especialmente projetada para ele (o SVGA é o padrão universal, existindo outros mais incrementados mas compatíveis com ele). O controlador de vídeo recebe os sinais da interface e executa o processamento independente do microprocessador central, evitando que ele perca muito tempo com o vídeo.
    As várias marcas de microcomputadores têm arquiteturas bastante parecidas, apresentando praticamente os mesmos estágios e CIs. Assim, basearemos nosso estudo sobre um deles - o DESKPRO da COMPAQ - e sempre que necessário apresentaremos opções e particularidades de outras marcas. Observe que não se trata de um estudo particular sobre o DESKPRO, apenas ele é tomado como exemplo a ser generalizado.

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  8. Computador doméstico é a designação amigável da segunda geração de microcomputadores (o termo técnico que até então era usado), tendo seu uso sido iniciado em 1977 e tornando-se comum durante a década de 1980.

    O computador doméstico tornou-se disponível para o público em geral devido a produção em massa dos microprocessadores e, como seu nome indica, tendia a ser utilizado nos lares, em vez do contexto indústria/negócios. O nome também assinala a diferença para a primeira geração de microcomputadores (de 1974-75 em diante), que atendia principalmente aos interesses de engenheiros e hobistas habilidosos em trabalhos de solda, visto que eram freqüentemente vendidos como "kits" para montagem pelo utilizador. O uso do termo "computador doméstico" praticamente desapareceu em fins da década de 1980 nos E.U.A. e no Brasil, ou no princípio dos anos 1990 (na Europa). Explica-se isto pela ascensão dos modelos de computador pessoal compatíveis com o IBM-PC (que não são cobertos por este verbete), e a consequente preferência pelo uso do termo "PC" em vez de "computador doméstico".

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  9. A arquitetura de computadores é a teoria por detrás do desenho de um computador. Da mesma maneira que um arquiteto de edifícios define os principios e os objetivos de um projeto de edificação como base dos projetos do projetista, assim também um arquiteto de computadores o faz, definindo a base das especificações do desenho do sistema. A Arquitetura de computadores pode também ser definida como a estrutura e a organização dos hardwares e se refere ao funcionamento interno do computador, como está organizada e arranjada a parte não vista pelo usuário de computador.

    Existem vários modos de uso do termo, que podem ser usados referindo-se a:

    O desenho da arquitetura do CPU do computador, o seu conjunto de instruções, "addressing modes" e técnicas, tais como paralelísmo SIMD e MIMD.
    Arquiteturas de hardware mais generalizadas, tais como computação em conjunto e arquiteturas NUMA (acesso não-uniforme à memória).
    A utilização menos formal do termo refere-se a uma descrição dos requisitos (especialmente requisitos de velocidades e interligação) ou implementação do design para as várias partes de um computador, tais como memória, placa-mãe, periféricos eletrônicos ou, mais frequentemente, CPU.
    A arquitetura é frequentemente definida como o conjunto de atributos da máquina que um programador deve compreender para que consiga programar o computador específico com sucesso, ou seja, para que consiga compreender o que o programa irá fazer aquando da sua execução. Por exemplo, parte da arquitetura são as instruções e o raio de operadores manipulados por elas. De uma maneira semelhante, a frequência em que o sistema opera não é incluida na arquitetura. Esta definição revela as duas principais considerações dos arquitetos de computadores: (1)desenhar hardware que se comporta como o programador pensa que se irá comportar, (2)utilizar implementações existentes de tecnologias (por exemplo, semicondutores) para construir o melhor computador possível. A 2ª consideração é frequentemente referida como a microarquitetura.

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  10. A arquitetura de computadores é a teoria por detrás do desenho de um computador. Da mesma maneira que um arquiteto de edifícios define os principios e os objetivos de um projeto de edificação como base dos projetos do projetista, assim também um arquiteto de computadores o faz, definindo a base das especificações do desenho do sistema. A Arquitetura de computadores pode também ser definida como a estrutura e a organização dos hardwares e se refere ao funcionamento interno do computador, como está organizada e arranjada a parte não vista pelo usuário de computador.
    Existem vários modos de uso do termo, que podem ser usados referindo-se a:
    • O desenho da arquitetura do CPU do computador, o seu conjunto de instruções, "addressing modes" e técnicas, tais como paralelísmo SIMD e MIMD.
    • Arquiteturas de hardware mais generalizadas, tais como computação em conjunto e arquiteturas NUMA (acesso não-uniforme à memória).
    • A utilização menos formal do termo refere-se a uma descrição dos requisitos (especialmente requisitos de velocidades e interligação) ou implementação do design para as várias partes de um computador, tais como memória, placa-mãe, periféricos eletrônicos ou, mais frequentemente, CPU.
    • A arquitetura é frequentemente definida como o conjunto de atributos da máquina que um programador deve compreender para que consiga programar o computador específico com sucesso, ou seja, para que consiga compreender o que o programa irá fazer aquando da sua execução. Por exemplo, parte da arquitetura são as instruções e o raio de operadores manipulados por elas. De uma maneira semelhante, a frequência em que o sistema opera não é incluida na arquitetura. Esta definição revela as duas principais considerações dos arquitetos de computadores: (1)desenhar hardware que se comporta como o programador pensa que se irá comportar, (2)utilizar implementações existentes de tecnologias (por exemplo, semicondutores) para construir o melhor computador possível. A 2ª consideração é frequentemente referida como a microarquitetura

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  11. Pascaline,
    máquina
    calculadora
    feita por
    Blaise
    Pascal.
    John Napier (1550-1617),
    escocês inventor dos
    logaritmos, também inventou
    os ossos de Napier, que eram
    tabelas de multiplicação
    gravadas em bastão, o que
    evitava a memorização da
    tabuada.
    A primeira máquina de
    verdade foi construída por
    Wilhelm Schickard sendo
    capaz de somar, subtrair,
    multiplicar e dividir. Essa
    máquina foi perdida durante
    a guerra dos trinta anos,
    sendo que recentemente foi
    encontrada alguma
    documentação sobre ela.
    Durante muitos anos nada se
    soube sobre essa máquina,
    por isso, atribuía-se a Blaise
    Pascal (1623-1662) a
    construção da primeira
    máquina calculadora, que
    fazia apenas somas e
    subtrações.
    A máquina Pascal foi criada
    com objetivo de ajudar seu
    pai a computar os impostos
    em Rouen, França. O projeto
    de Pascal foi bastante
    aprimorado pelo matemático
    alemão Gottfried Wilhelm
    Leibniz (1646-1726), que
    também inventou o cálculo, o
    qual sonhou que, um dia no
    futuro, todo o raciocínio
    pudesse ser substituído pelo
    girar de uma simples
    alavanca.
    Todas essas máquinas, porém,
    estavam longe de ser um
    computador de uso geral, pois
    não eram programáveis. Isto
    quer dizer que a entrada era
    feita apenas de números, mas
    não de instruções a respeito
    do que fazer com os números.

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